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Dica para edição online de vídeos
Essa veio do monitor da disciplina, o Tiago. Está precisando editar seus vídeos e o Windows Movie Maker (blergh) te deixou na mão? A solução está bem aqui, em um webservice muito parecido com o glorioso Picnik.
O JayCut permite que você faça upload de vídeos e compartilhe-os no Facebook e no MySpace. Mas não só: é possível adicionar efeitos, fazer cortes e criar transições, além de salvar a edição no seu desktop.
Vale ir lá e conferir.
Add comment 2 02UTC Dezembro 02UTC 2008
Como montar o mapa
Hoje é o dia da entrega do último trabalho do semestre e, como de costume, aqui vão algumas dicas para que vocês se aproximem ainda mais do que foi solicitado nos posts anteriores.
Todo o trabalho de apuração jornalística já deve ter sido feito – de preferência, já cheguem em aula com os textos publicados e os insumos de hipermídia (fotos, vídeos) em seus devidos lugares.

O elemento mais importante neste exercício é o mapa. E a figura aí em cima é principal lugar de trabalho de vocês. A idéia é customizá-lo de tal maneira que o usuário poderá navegar pelo conteúdo que vocês geraram a partir das referências geográficas da matéria.
Para gerar essas referências, basta seguir estes passos:
- Crie um mapa dentro do Google Maps
- Selecione a localização onde serão colocados os Marcadores
- Insira um Marcador (o popular balãozinho) em um determinado lugar
- Coloque o nome do Marcador e selecione o link Rich Text dentro de Descrição
- Agora, é possível inserir links e fotos dentro do texto
- Os links devem apontar para as matérias de vocês dentro dos blogs
- As URLs das matérias podem ser capturadas clicando com o botão direito do mouse em cima do título e selecionando “Copiar Link”

Fácil, não? A experiência do usuário será absolutamente diferente da que ele está, normalmente acostumado, e muito distante do modo como os grandes portais costumam veicular o seu conteúdo na Web.
É possível ser criativo e trabalhar com a interação do usuário dentro da Web. Basta boas idéias.
Add comment 2 02UTC Dezembro 02UTC 2008
Um bom texto na Web é possível. Veja as dicas

Aqui vão algumas recomendações – tiradas da experiência prática e de leituras de diferentes fontes – para planejar o texto para ambientes digitais. Sim, um bom texto é possível na Web, desde que não se reproduzam as mesmas práticas do impresso – manuais de jornais e revistas, por exemplo.
Perceber que você está em um ambiente que permite múltiplas conexões e aprofundamentos de toda ordem já é um passo importante para produzir um bom conteúdo jornalístico – que nunca prescindirá da forma; antes, é preciso saber como escrever para depois escrever sobre o quê.
Algumas das dicas que estão aqui saíram do artigo How to write for the Web?, do excelente site Online Journalism Review, da University of Southern California. (O melhor é que vocês podem colaborar para o que o artigo seja aprimorado, no melhor estilo colaborativo.) Outras, podem ser vistas no livro Guia de Estilo Web, de Luciana Moherdaui, ou ainda em A Dozen Online Writing Tips, de Jonathan Dube, criador do CyberJournalist.net.
Vamos às recomendações.
1. Quanto menor o texto, melhor
Uma regra – essa sim, regra – dos minimalistas podem ser transposta e usada sem problemas para a produção de textos em ambientes digitais. Lembre-se que o leitor utilizará uma tela para acessar o conteúdo, o que é bem diferente do papel. Portanto, facilite a vida do sujeito e não desperdice o tempo dele. Use de toda a sua concisão e capacidade de síntese para escrever o maior número de informações (relevantes) no menor espaço possível.
Na prática: procure produzir textos de até 4 mil caracteres. Se precisar de mais espaço, crie novos artigos ou páginas e coloque as informações adicionais em retrancas. Faça links entre o conteúdo principal e os secundários. Procure escrever parágrafos de cinco linhas, e use intertítulos a cada três/quatro parágrafos.
2. Título faz toda a diferença
Não subestime o poder do título. Mesmo que você esteja cansado depois de escrever 4 mil caracteres na retranca principal e 3 mil nas duas secundárias, reserve tempo e energia para o título. Ele quase sempre faz a diferença entre ler e não ler o restante do conteúdo. Além disso, os mecanismos de busca indexam o conteúdo a partir dos títulos. Logo, muita atenção.
Na prática: prefira títulos na ordem direta e que sintetizem o que o leitor irá encontrar nas próximas linhas. Trabalhe o interesse do leitor, expondo o inusitado e o novo que acompanham aquela primeira linha. Fuja do sensacionalismo e das fórmulas tentadoras para apanhar paraquedistas.
3. Voz ativa e verbos fortes, preferencialmente
Aqui vem uma daquelas dicas que o bom-senso consagrou e que é complementar ao primeiro tópico da nossa lista. Se você aprendeu a dizer algo em duas, em vez de cinco palavras, agora o faça com verbos na voz ativa. Sujeito + verbo + predicado ainda é a melhor forma de ser claro e preciso. Evite as construções desse tipo. Se for realmente necessário, use com muita, mas muita moderação.
Na prática: deixe de lado a velha muleta (será assinada na próxima semana pelo presidente) e troque-a pela voz ativa (o presidente assina na próxima semana) – são seis palavras em vez de sete. Imprima ritmo ao texto usando verbos corretos (o dicionário é um bom lugar para descobrir a diferença entre dizer e falar, por exemplo), e alterne períodos mais curtos com outros mais longos para dar fluidez ao texto. Evite, a todo custo, a locução verbal (será assinada, foi realizada) e o gerundismo (estará sendo atendida).
4. Aprimore o contexto com hiperlinks
Narrativas online permitem que o usuário vá atrás de informação mais aprofundada. Desde que ela esteja acessível e à mão. Logo, é prudente que você permita ao leitor estar mais próximo possível das conexões (links) que o ajudarão a ter uma idéia maior sobre o contexto daquela informação. Lembre-se que navegar é diferente de aprofundar-se. A primeira pressupõe um passeio pela superfície, enquanto a segunda trabalha com o mergulho atrás da informação mais qualificada.
Na prática: não tema o link. Ao contrário, aprenda a fazer conexões com significado (deixe de lado o mecanismo robótico do Leia Mais e procure escolher palavras que potencializem o significado da conexão). Sempre que possível, faça links internos para conteúdos previamente publicados em seu site – isso manterá o usuário por mais tempo dentro de seu site. Construa links para materiais de apoio e conteúdos mais detalhados produzidos por você. Deixe que o usuário decida se quer ir além do ponto aonde chegou. Se você não der a oportunidade, ele nunca terá a chance de decidir. Se for possível, faça links para outros sites também.
5. A Web tem vários recursos; aprenda a usá-los
Tem um vídeo que complementa as informações do texto? Há uma foto que casa com a história? Aprenda a incluí-los. Os sites que hospedam fotos e vídeos facilitaram a vida do usuário em diversos aspectos, e a maneira e inseri-los se tornou muito fácil. Então, para que deixá-los de lado? Além dos recursos de hipermídia, há os de formatação – geralmente esquecidos.
Na prática: sempre que possível, faça listas. Há as ordenadas e não-ordenadas. São sempre muito úteis. Utilize negrito para grifar palavras importantes. Use o blockquote para ressaltar citações ou declarações.
6. Sempre cite suas fontes. Sempre
Um dos grandes problemas da Web é que ela dá a impressão de que a informação não tem dono. Mas tem. Se você produziu uma nota baseada numa notícia de um site, cite qual foi o site de onde a informação se originou. Não há pecado nisso. Ao contrário. O errado é não citar. Esse comportamento induz o leitor a acreditar que foi você quem entrevistou o presidente da Microsoft ou o CEO da Yahoo!. É mais honesto admitir que a informação foi publicada primeiramente no site tal, e que você a complementou com outros dados. Simples assim.
Na prática: o ideal é citar a fonte e dar o link de onde você buscou a informação (seja na Wikipedia, num fórum obscuro de tecnologia ou em um portal de informações.
6 comments 6 06UTC Maio 06UTC 2008
Primeiras dúvidas
Feitas as apresentações e iniciados os trabalhos, começo as transmissões neste espaço.
Alguns de vocês já devem ter criado o blog (a lista oficial pode ser acessada na seção blogs). Passado o encantamento inicial com o WordPress, surge a dúvida:
“Como eu faço para entrar na área de administração do blog?”
Calma. Não é o fim do mundo.
Vários modelos apresentam, na coluna lateral, um módulo com acesso à área de administração do WordPress. Se este é o seu caso, o problema está resolvido: basta clicar em “conectar” e fazer o registro.
Caso você não tenha essa sorte toda, aqui vai a primeira dica: basta acrescentar /wp-login.php/ no final do endereço do seu blog.
Vamos tomar como exemplo o blog da disciplina: jornalismoonline.wordpress.com
Para acessar a administração, basta colocar /wp-login.php/ no final do endereço, que ficará assim: jornalismoonline.wordpress.com/ wp-login.php/
Simples, não?
2 comments 8 08UTC Agosto 08UTC 2007

